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Depressão · Saúde emocional

Depressão não é tristeza: o que muda e por que importa

“A verdadeira função do homem é viver, não existir”. (Jack London) 
 
“ A depressão afeta cerca de 3,8% a 4,4% da população mundial, o que representa mais de 300 milhões de pessoas globalmente. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que os transtornos mentais vêm crescendo, sendo o Brasil o país com a maior prevalência de depressão na América Latina, atingindo cerca de 5,8% dos brasileiros”. 
 
Quem nunca passou por um sentimento de tristeza intenso e constante? 
De dores psíquicas que não se sabem a sua origem? Seus motivos? 
Ou quando se sabe os motivos, não consegue vencê-los e continua se triste? 
Todos nós já tivemos estas vivências, mas, quando elas começam a nos vencer, a nos dominar, podemos observar aí possibilidades de um surgimento de uma depressão. 
A depressão, assim, é um estado psíquico caracterizado pela manifestação de sentimentos de tristeza e padecimentos integrais, geralmente associados a uma drástica redução das atividades psíquicas, físicas e emocionais. 
Neste aspecto, a depressão surge em nosso cotidiano através das vivências de perdas e desapontamentos, isto é, são situações que trazem adversidades em nossa vida que tomam proporções muito grandes, numa dor esmagadora. 
Neste contexto depressivo é que se manifestam características bem peculiares observadas pela OMS. 
Sim, a depressão é uma patologia reconhecida mundialmente (OMS), em que é uma das três doenças que mais afetam as pessoas no mundo, das quais 2/3 são predominantemente mulheres. 
Assim, vemos o quanto a depressão se alastra em nossa sociedade e devemos ficar atentos às suas manifestações, como as que se seguem. 
 
Principais características. 
 
● Tristeza; 
● Isolamento; 
● Perda de interesse no meio; 
● Ausência de prazer; 
● Irritabilidade; 
● Sentimentos de culpa; 
● Baixa autoestima; 
● Impotência perante ações do cotidiano; 
● Distúrbios do estado vegetativo como perda do sono ou do apetite; 
● Sensação de cansaço; 
● Falta de concentração; 
● Apatia; 
● Alterações cognitivas-psicomotoras, com a diminuição da capacidade de pensar, de se concentrar ou de tomar decisões; 
● retraimento social; 
● crises de choro; 
● comportamentos suicidas. 
 
 
Como tratar a Depressão? 
Neste-perdido-em-si, num sofrimento avassalador, é que se deve procurar o auxílio de uma mão à disposição para auxiliá-lo a vencer esta adversidade: uma procura profissional. 
Busca se o contato humano como o principal estabelecimento de um laço que a auxilie a sair de seu estado depressivo, de seus sofrimentos e que esteja contigo neste percurso. 
Com estes processos em mãos, vamos trabalhar para termos uma compreensão de seus questionamentos, padecimentos, lutar por uma assimilação deles e ressignificá-los no objetivo de recuperar a vida construtiva, num pintar com cores vivas o seu cotidiano tão importante e digno. 
 

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